terça-feira, 24 de junho de 2008

A arte de fazer Arte.





Através do Gimp fiz trasnformações incríveis nas minhas imagens, que por sinal ficaram muito legal.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

27ª Bienal de São Paulo.


Guarda chuva - Obra do artista plástico baiano Marepe, um dos brasileiros que Participou da bienal.




27ª Bienal de São Paulo.



A mexicana Minerva preparando sua obra. A artista tem como foco ações políticas de denúncias e a transformação social.
É uma imagem bastante reflexiva, pois, nos colocar na posição contrária da vida o lado que não queremos admitir que haja no Brasil e no mundo.


Fonte:diversão.uol.com.br/27bienal/álbum






sexta-feira, 23 de maio de 2008

Nanda


Essa foto é da minha cunhada que eu amo muito.

Um colírio para os olhos.


Imagemdo meu Xapuri e dessa floresta maravilhosa.

Museus como laboratórios.

Museus como laboratórios
Ana Mae Barbosa

Os museus são fontes riquíssimas de conhecimentos, ainda mais se tratando na formação professores e alunos de arte. Os educadores devem prolongar a visitar que fizeram em sala de aula, para que esses alunos aproveitem ao máximo tal visita, e que possam expor seus sentimentos opiniões e etc.
No Brasil, os primeiros serviços educativos em Museus foram organizados nos anos cinqüenta por Ecyla Castanheira e Sígrid Porto, no Rio de Janeiro. No período dominado pelo modernismo, a criação de ateliês livres, oficinas ou atividades de animação cultural foi prática freqüente nos grandes museus como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), com o Clube Infantil (1948), e o Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, que movimentou a cidade com os Domingos da Criação e com o ateliê para crianças e adolescentes conduzido por Ivan Serpa. Posteriormente, a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Centro Cultural São Paulo também tiveram muito bem orientados ateliês livres.
Os departamentos educativos do Museu Lasar Segall e do Museu de Arte Contemporânea (MAC/USP), a partir do fim da década de 80 foram muito influentes na formação dos professores de Arte introduzindo-os à condição pós-moderna.
As crianças e adolescentes que reconheciam apenas as linguagens especificas, com a sistematizada proposta triangular que o Mac desenvolveu, propôs aos alunos uma outra proposta. Tal proposta quer eu os alunos percebam que é importante à interpretação da arte e que é essencial ver e analisar as obras ao vivo.
Com isso, aumentou o número de professores e alunos em visitação aos museus.
Em casos isolados há museus que entrem os visitantes sem terem nenhum fundamento em artes.
Por outro lado, há também aqueles em os mediadores dos museus apenas repete o que o que ouvi ou só se limitam ao básico, falam na maioria das vezes por exemplo sobre uma pintura sem saber exatamente sobre seu contexto na história , suas particularidade e etc.
Acredita - se que os museus atuarão na educação de forma profissional e enriquecedora.



Fonte: Disponível em: Sites: http:/www.revistamuseu.com.br/

segunda-feira, 19 de maio de 2008

" O Eu avançado"

O Eu avançado.



Sou alguém em busca de ser alguém,
Sou alguém em busca de ser alguém
Como ser alguém,
Sem saber usar as coisas que alguém inventou.
Estou navegando dentre espaços que nunca tinha visto.
Sei o que é login, email, só de ouvir falar.
É fácil dizem.
Como fácil? Se nem mesmo sei pra que serve.
Vou pesquisar e irei encontrar.
Encontrar, encontrar o quê?
Vou descobrir o que é email, blog, site, ciberespaço e etc.
Vou procurar descobrir o que à tecnologia ainda tem a ensinar e,
Não são poucas.
Vou consegui aprender a usar a tecnologia a meu favor.
Vou aprender.

sábado, 10 de maio de 2008

Relação entre Ciêcia, arte e Educação.

Relevância e Inovação.

A presença da ciência e da tecnologia no dia-a-dia das pessoas é hoje amplamente reconhecida.
Artistas têm uma sensibilidade apurada para a percepção dos problemas da sociedade e comumente sintetizam e antecipam questões cruciais. No seu premiado disco Quanta, de 1995, Arnaldo Antunes e Gilberto Gil nos apresentam à música A ciência em si. Entre mensagens mágicas e encantadoras, os versos nos dizem: A ciência não se aprende, a ciência apreende a ciência em si/A ciência não se ensina, a ciência insemina a ciência em si/e A ciência não avança, a ciência alcança a ciência em si. Aqui está, a meu ver, um importante elo nas relações entre arte e ciência: a arte pode sensibilizar a percepção, via expansão de nossos sentidos, de nossos olhares, e nos facilitar o encontro de novas idéias e soluções.
Recolhendo, estudando e interpretando as histórias contadas por pensadores, artistas e cientistas eminentes, o estudo conclui que através da arte os cientistas encontram as ferramentas para tornar explícita a beleza, seja na arte, seja na ciência: "Um cientista, como um pintor ou poeta ou compositor, é um realizador e descobridor de padrões. Os padrões do cientista, como os do pintor, do poeta ou do compositor, devem ser belos; idéias, como as cores ou palavras ou notas, devem ficar juntas de modo harmônico. A beleza é o primeiro teste nas ciências e nas artes: não há lugar permanente para a ciência feia ou não inspirada". E defendem que os conjuntos de talentos para arte e ciência devam ser considerados complementares, a se reforçar mutuamente. Consideram que o que o cientista pode fazer depende não apenas do que ele sabe, mas de sua personalidade, suas crenças, suas habilidades e sua prática nos campos da arte.
Essa proposta não é assim tão nova, pois desde a época em que os primeiros portugueses chegaram ao Brasil Leonardo da Vinci já nos dizia, em seu livro sobre a metodologia das descobertas: "Para [ter] uma mente completa, estude a arte da ciência, estude a ciência da arte, aprenda a enxergar, perceba que tudo se conecta a tudo".
Assim, as atividades de pesquisadores e estudantes nessa linha pretendem sensibilizar e capacitar professores a realizar esse trabalho nas escolas, a ampliar seu repertório expressivo, seu alcance na sociedade através do teatro e de outras formas de expressão artística, nas quais o conhecimento estará sendo transmitido sob uma linguagem e um mundo visual diferenciados. Pretendemos tentar comprovar nossa hipótese de que é possível sensibilizar o professor para um ensino mais criativo e desenvolver estratégias que aumentem a criatividade na formação dos cientistas, praticando um ensino que estimule a imaginação.
O ser humano nunca viveu sem utilizar a arte como forma de expressão, uma indicação de que a linguagem da arte é a própria linguagem da humanidade. Por isso, e para isso, a arte precisa ser mais bem compreendida e valorizada na educação, em todos os níveis de ensino, desde o ensino fundamental, em toda e qualquer escola, até o ensino de pós-graduação, para a formação de docentes e cientistas com orientação holística.
Mas tanto artistas como cientistas nos ajudam a notar e a apreciar as coisas da natureza que aprendemos a ignorar, ou que nunca nos ensinaram a ver. Tanto a arte como a ciência é necessária para o completo entendimento da natureza e de seus efeitos nas pessoas.



* Tânia C. Araújo-Jorge é pesquisadora-titular e atual diretora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) da Fiocruz. O presente artigo foi originalmente publicado na revista do Sesc de São Paulo.

Tecnologia e a Sociedade.

A diversão do futuro.


O centro de pesquisas The Future Laboratory, da Inglaterra, realizou um estudo intitulado A Glimpse Of The Next Episode (uma olhada no próximo episódio) ouviu jovens formadores de opiniões em 17 países e traçou o perfil do entretenimento no mundo

No Brasil:

· 86% dos entrevistados costumam se entreter com música.
· 67% se valem de MP3
· 48% se conectam em redes sociais.

No Mundo:

· 40% utilizam mensageiro instantâneo
· 58% trocam música pela a internet
· 29% blogam com freqüência.
O futuro.

Os pesquisadores apontam que a grande tendência mundial é o que chamam de Entretenimento Circular até 2010, um quarto da diversão consumida pelas as pessoas será produzido em seus próprios círculos de relacionamentos e não na mídia ou em grandes empresas de entretenimento. Fala Mark Selly, executivo da Nokia. “As pessoas terão um desejo genuíno de não apenas criar e compartilhar seus próprios conteúdos, mas também de misturá-los em seus grupos de colegas”.
As quatros tendências.

Localismo – Valorização da produção local em detrimento da cultura de massa.
Vida imersiva – com dispositivos móveis cada vez mais avançados, o entretenimento poderá ser criado e acessado de qualquer lugar.
Cultura “Gteck” – os pesquisadores dizem que é a mudança por um entretenimento mais sofisticado, em que as barreiras entre o ‘ comercial e o criativo’ ficarão tênues Gteck – segundo o estudo, é o processo de tornar a tecnologia mais feminina, colaborativa, democrática, emocional e customizada. O fenômeno já acontece na Ásia.

Revista Isto É, 13 de fevereiro /2008nº.1997 anos 31.

sábado, 3 de maio de 2008

Tirando dúvida.

Blog basea-se em independência e compartilhamento, poir isso é o fururo da comunição.
Afinal, internet, para milhões de pessoas, ainda é uma grande máquina de encontrar pessoas e um laboratório de novas culturas, como sexo virtual,compartilhamento de arquivos e, sem dúvida alguma, rituais mométicos, com os blogs.


Referências.
BEIGUELMAN, Gisele. Link-se: Arte/mídia/política/cibercultura.São Paulo: Peirópolis,2005